Na Minha Playlist #65: Blue Oyster Cult - (Don't Fear) The Reaper

Oi! Mais um #NaMinhaPlaylist da noite! Continuando a despedida de 2016 com uma playlist para refletir sobre os bons e maus momentos do ano! Começando em #62, #63, #64 e agora com a banda Blue Oyster Cult com o clássico (Don't Fear) The Reaper que geralmente reservo para ouvir nos fins de noite. Agora, vamos lá conhecer um pouco da clássica canção.

O Na Minha Playlist de #65 é: ''(Don't Fear) The Reaper'' do Blue Öyster Cult


Blue Oyster Cult

Blue Öyster Cult é uma banda estadunidense de rock, formada no final da década de 1960 e em atividade até hoj. O Blue Oyster Cult destacou-se por suas letras e temáticas baseadas em literatura de horror e ficção científica, inspirada por escritores como H. P. Lovecraft, Edgar Allan Poe e Stephen King. As músicas giram em torno de monstros lendários, maldições, vampiros e ocultismo.

Seus atuais membros são: Donald "Buck Dharma" Roeser (guitarra solo e vocal), Eric Bloom (vocal, guitarra rítmica) Richie Castellano (teclado, guitarra e vocal), Jules Radino (bateria, percussão) e Kasim Sulton (baixo, vocal).

O nome "Blue Oyster Cult" veio de um poema de 1960 escrito pelo produtor Sandy Pearlman. Era parte de sua "Imaginos poesia", mais tarde lançaram o álbum com o mesmo nome Imaginos em 1988. Na poesia de Pearlman, o "Blue Oyster Cult" era um grupo de estrangeiros que tinham reunido secretamente o guia de história da Terra. Inicialmente, a banda não estava feliz com o nome. A adição do trema foi sugerida por Allen Lanier. Outras bandas copiaram a prática de usar o trema em seus logotipos, como Motörhead, Mötley Crüe, Queensrÿche.

Single/Divulgação

“(Don’t Fear) The Reaper” foi lançada em junho de 1976, dentro do álbum Agents of Fortune também de 1976. Foi escrita e interpretada pelo guitarrista principal da banda, Donald ''Buck Dharma'' Roeser e foi produzida por David Lucas, Murray Krugman e Sandy Pearlman.

A canção tem um baixo pulsante, uma guitarra lindamente bem tocada, todos os vocais bem colocados e um climão de tranquilidade intercalado por solos pesados botaram a banda lá em cima nas paradas.

É uma música muito simples, mas com um significado profundo. Pela letra eu diria que se deve referir a dois amantes que são separados pela morte de um deles. Trágica como é, a história não acaba aí. Tal como com o Romeu e a Julieta, o amor entre os dois não se desfaz. Na verdade, ultrapassa fronteiras metafísicas e quebra as barreiras de vida e de morte!

A frase "Don't fear the Reaper" é sinal disso mesmo, em como a morte não é o final, nem é o início, mas sim a continuação. Os dois amantes podem voar livremente num mar de paixão, sensualidade e companheirismo. O espaço e tempo tornam-se irrelevantes quando tal harmonia espiritual é atingida.

Agora, aumenta o som!



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